episódio # 58 – traço digital (em: especiais)

isso foi em 17.Jul.08 e 2 comentaram

Estava dando uma geral no blog pra ver oq eu podia fazer por esse pobre convalescido, e me deparo com o contador de visitas únicas ali em baixo quase chegando no 10 mil. Olha que coisa fofa! Não faço a menor idéia se isso é muito ou pouco, deve ser na verdade um número cafona visto que meu blog vai completar 2 anos em menos de 3 meses. Mas mesmo assim… ele é tão redondo Ta, parei…

Como eu disse anteriormente, desisti de migrar as coisas da página /stuff pra um utópico LiveJournal. Ele ficou tão bonitinho mas é aquele bonitinho ordinário sabem… que só da o prazer momentâneo de montar e ver funcionando… agora na hora de manter, trocar as fraldas, amamentar e tudo mais é que eu perco o saco. Deixa isso pra lá, se algum dia eu por acaso conseguir fazer coisas descentes no Sketch Up, ou até mesmo no AutoCAD, postarei na parte de Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Claro, o nome tem tudo haver… nunca se sabe quando eu vou precisar de futuros clientes já vou montando meu pseudo-portifólio!
Para quem não sabe, o SketchUp é mais um produto da família Google. Sabe aqueles modelos 3D que você encontra raramente no Google Earth? Então, eles foram feitos em SketchUp. Basicamente se trata de um programa de modelagem tridimensional, mas que também fornece visão de cortes e outras perspectivas interessantes pra arquitetura e engenharia. A princípio ele parece bem limitado pelo seu traçado mais bruto e gráficos pouco aprimorados. Mas eu já vi coisas de cair o queixo, e ainda não entendo como se extrair o leite das pedras nesse software. Ok, eu realmente não me dediquei taaanto assim a explorar sozinho, mas eu não consigo sair de formas prismáticas toscas

Uma coisa que eu achei interessante no SketchUp é que ele aproveita o outro lado da moeda. Quer dizer, ao invés de se preocupar em oferecer criações totalmente fotorealistas, ele explora mais a possibilidade dos croquis, através de diferentes modos de pincel, que simulam da tinta ao grafite. O resultado fica até mais divertido, você sai do programa achando que realmente pode desenhar aquelas coisas maravilhosas que fez.
Em suma, trata-se de um “The Sims” profisional Inclusive quem gostava de ficar só construindo as casinhas nesse jogo de simulação (e depois abandonada as famílias pq já não via tanta graça) pode testar o programa da Google… e depois ensinar pra mim.
Outro que eu estou visando manusear é o temido 3D Studio Max, da Autodesk, mesma fabricante do famoso AutoCAD. Eu poderia definir o Studio Max como um programa de renderização de mundos virtuais. Ele é usado nos mais diversos campos, da animação à maquete eletrônica. Você pode tentar criar qualquer tipo de objeto da vida real através de esqueletos e texturas que tentam simular a realidade como objetivo. Sabe aqueles panfletos de residenciais em construção que você recebe no sinal da tia com cara de bunda? Então, aqueles desenhos bonitos humanizados provavelmente foram feitos em Studio Max ou um de seus genéricos no mercado.
Aqui o foco é tentar simular realidades, ao custo de um peso muito maior no seu computador. O programa exige tanto HD quanto processador generosos, pois quanto mais camadas a serem renderizadas, mais potente seu computador vai ter que ser para não travar no finalzinho daquele projeto! Veja só o SketchUp por outro lado, ele é ridículo de tão leve, exatamente pq não envolve esse processo de renderização. Você simplesmente joga texturas-padrão sob as superfícies desejadas. Na verdade é possível fazer renderizações exportadas no SketchUp também, até onde eu entendi. Mas usando add-ons.

A galeria do Picasa tem uma divisão só para criações arquitetônicas no SketckUp, vale a pena dar uma olhada. Quanto ao Studio 3X Max, se vc simplesmente digitar “render” no Flickr vai chover resultados magníficos, mas eu selecionei um album em específico que exemplifica bem o poder de humanização que esse software pode trazer a um projeto.

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autor & obra

O nome é Diego e tem 22 anos. Nascido e criado no Rio de Janeiro, mas atualmente divide um apartamento em Niterói. Não tem feito nada além de cursar o sexto período de Arquitetura & Urbanismo na UFF. Estuda japonês e pratica natação quando pode. Fotografia e partidas de Poker nos tempos vagos. Indeciso, preguiçoso e de opiniões volúveis.

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